
Carlos Eduardo de Almeida Cordeiro
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Inteligência Artificial Aplicada à Manufatura | Data Driven Decision Making | Criando Agentes Autônomos com IA Generativa
Entrei no I2A2 como aluno, com quase vinte anos de indústria nas costas e uma pergunta específica: se aquilo que estavam chamando de inteligência artificial aguentava chão de fábrica ou só apresentação de diretoria.
Minha origem é extração e refino de óleo vegetal. Partida de planta, caldeira parada, laudo fora de faixa às três da manhã. Nesse ambiente, tecnologia que não sobrevive ao turno da madrugada não vale o investimento. Cheguei cético e continuo cético. A diferença é que hoje sei separar o que funciona do que é discurso.
Foram três formações e mais de 330 horas, mais de 500 considerando atividades e cursos extras. A última, construção de agentes autônomos, teve mais de 11 mil inscritos e cerca de 3,5% de concluintes. Não digo isso por vaidade de número: digo porque o crivo é a prova de que o instituto não vende facilidade. O que aprendi ali me deu o vocabulário e o método para construir em vez de comprar caixa preta. E para dizer não quando o caso não fecha em ROI.
Mas o que me fez ficar não foi o material. Curso bom existe em vários lugares. Comunidade onde alguém aplica o que aprendeu e volta para contar o que deu errado é raro. Foi lá que encontrei gente resolvendo problema real com o que eu estava estudando, e foi isso que encurtou a distância entre o certificado e a entrega.
Hoje eu tenho uma função de liderança dessa comunidade. Aceitar essa missão foi a forma que encontrei de devolver o que recebi: manter circulando os casos aplicados, com número antes e depois, e trazer mais ex-alunos de volta para ensinar.




















































