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Quem Somos

Formar gente para decidir com Inteligência Artificial

O propósito do I2A2 Brasil é um só desde a origem, em 2017: formar gente capaz de decidir com Inteligência Artificial, antes de o mercado cobrar isso. Nove anos depois, é essa régua que decide o que o instituto faz e o que ele recusa.

O que o instituto é hoje

Formação gratuita

Todos os programas são gratuitos em todas as etapas, da inscrição ao certificado. Não há mensalidade, taxa de matrícula nem cobrança para emitir certificado.

Certificação por entrega

O certificado não vem por presença, vem por projeto entregue e avaliado. Foi assim desde a primeira turma e continua sendo a régua da nova certificação por níveis.

Comunidade nacional

16.767 pessoas cadastradas nas cinco regiões do país, entre quem estuda, quem ensina, quem organiza hackathon e quem sustenta a operação.

Uma história que começa antes do nome

Toda instituição tem um momento em que vira instituição. A do I2A2 Brasil começa antes disso, em 2017, num grupo de pessoas discutindo inteligência artificial numa sala da Faculdade REGES de Ribeirão Preto, muito antes de o termo virar assunto de jornal.

Foi Evandro Barros quem puxou essa conversa. Ele reuniu gente interessada em entender para onde a inteligência artificial estava indo, e dessa reunião nasceu a vontade de formar um grupo de estudo de verdade. O nome que escolheram para começar, em 2017, foi Instituto de Inteligência Artificial de Ribeirão Preto, o IARP.

Logo depois, Evandro Barros foi buscar Cezar Taurion. Taurion vinha de uma relação já construída com a IBM, e foi essa ponte que trouxe ao grupo sua primeira grande iniciativa: em 2017, o AI Summit e o curso Imersão Watson, um mergulho real na tecnologia que a IBM estava colocando no mundo.

O grupo cresceu. Chegou Anderson da Silva Soares, vindo da comunidade Deep Learning Brasil, a mesma que mais tarde daria origem ao CEIA. Foi Anderson da Silva Soares quem sugeriu um nome novo, mais ambicioso: Instituto de Inteligência Artificial Aplicada. Do nome nasceu, em 2018, a sigla que carregamos até hoje, I2A2 Brasil. Ainda sem CNPJ, o instituto já tinha um Presidente Honorário, Cezar Taurion.

Logo do Instituto de Inteligência Artificial de Ribeirão Preto
O primeiro nome: Instituto de Inteligência Artificial de Ribeirão Preto.
  • Retrato de Evandro Barros

    Evandro Barros

    idealizador

  • Retrato de Cezar Taurion

    Cezar Taurion

    Presidente Honorário do I2A2, 2018 a 2020

  • Retrato de Anderson da Silva Soares

    Anderson da Silva Soares

    batizou o nome I2A2 Brasil

A fundação

Fundado em 2017 como IARP e rebatizado I2A2 em 2018, o instituto funcionou três anos antes de existir no papel. Em 22 de julho de 2020, o I2A2 Brasil aprova seu primeiro estatuto, registra CNPJ próprio e elege a primeira diretoria, com o idealizador e fundador Evandro Barros como Presidente.

Nesse mesmo momento, o instituto confirma Cezar Taurion como Presidente Honorário do Conselho, papel que ele já exercia desde 2018. Não é um cargo de gestão, é um reconhecimento: Taurion empresta ao instituto a credibilidade e o prestígio de mercado que ele já carregava, um voto de confiança público no que o grupo estava construindo.

Dois anos antes, em março de 2018, o instituto já havia formado sua primeira turma sob o nome I2A2 Brasil: cem inscrições, seis selecionados, aula presencial em Ribeirão Preto. Entre maio e novembro de 2020, já formalizado, o I2A2 Brasil realiza a primeira turma do curso I2A2 for Business. São marcos que mostram uma coisa simples: antes de ter CNPJ, o I2A2 Brasil já formava gente.

A história contada pelos números

Colagem da trajetória dos cursos do I2A2 Brasil: sala de aula, ciência de dados, indústria, sustentabilidade e agentes autônomos conectados por traços de rede neural
Da primeira turma aos agentes autônomos: os temas que o instituto atravessou em nove anos.

Tudo começou pequeno. Turmas de dezenas de pessoas, muita prática guiada e nenhuma cobrança. A Turma 16 de Mulheres in Tech teve 27 inscritas. O I2A2 for NLP, em 2021, e o I2A2 for Financial Market foram turmas ainda menores, formatos enxutos e bem acompanhados de ponta a ponta.

Depois vieram os programas que provaram que aquilo funcionava fora da sala pequena. Gestão de Projetos Inovadores, I2A2 for Manufacturing, I2A2/PTI, Data Driven Decision Making, a parceria com a ABDI em várias turmas e fases. Cada um trouxe um público diferente: engenharia, indústria, gestão pública, decisão de negócio.

O salto veio com a Inteligência Artificial generativa. Redes Generativas, Partes I e II, reuniu 1.083 pessoas. IA para Projetos Sustentáveis, 2.160. InsurMinds, Agentes Autônomos, 1.334. E Agentes Autônomos com Redes Generativas se tornou o maior programa já realizado pelo instituto, com 9.329 inscritos em uma única frente de formação.

Somando nove anos, o cadastro único do I2A2 Brasil chega a 16.767 pessoas, em 27 cursos distintos. Nos cursos com inscrição e certificação apuradas dos dois lados, foram 14.288 inscritos, 13.394 participantes ativos e 894 certificados emitidos.

Esse número de certificados diz mais sobre o modelo do que sobre as pessoas. A entrada sempre foi ampla e gratuita, e a certificação sempre exigiu entrega de projeto. Quem não entregava, ficava pelo caminho. Foi exatamente essa constatação que motivou a nova régua de certificação: continuar exigente com quem quer o nível mais alto, e ao mesmo tempo reconhecer formalmente cada pessoa no nível que ela alcançou.

Base: cadastro único do I2A2 Brasil, agosto de 2026. Certificados apurados curso a curso. Atividades que não são curso e cursos que não aconteceram ficam fora da contagem.

Ver o perfil completo da baseComo funciona a certificação

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